E -Fólio B
Ficha de Leitura
ReferênciasBibliográficas: http://www.sbponline.org.br/revista2/vol13n2/v13n2a03t.htm

Ideias principais:
1. No Brasil, entra em vigor, em 1990 , o estatuto da criança e adolescente que expressa preocupação para com o desenvolvimento da criança e adolescente.
2. Os factores de risco, aquando do desenvolvimento da criança e do adolescente são prejudiciais á formação do futuro adulto e devem ser definidos, legislados e aperfeiçoados.
3. Os abusos, a negligência, os maus tratos e a violência prejudicam o desenvolvimento da criança.
4. A violência familiar tem sido cada vez mais divulgada pelo media, e uma criança sujeita a meios violentos, tem probabilidades de se tornar violenta, mais tarde.
5. A negligência e a violência psicológica , tal como a privação emocional, a humilhação, são geradoras de sentimentos como o medo, ansiedade, baixa auto-estima,depressão, instabilidade emocional, dificuldade em controlar impulsos e raiva, dificuldades de relacionamento social, falta de empatia, deliquência e criminalidade.
Estas situações são muito frequentes em lares cuja violência doméstica representa uma realidade.
O abuso sexual infantil assume diversas formas mais subtis e mais directas, causando danos como a depressão, a ansiedade, o suicídio, a prostituição , problemas de relacionamento sexual em adulto, agressões, e comportamentos infantis tardios.
Esse tipo de abusos encontram-se frequentemente em individuos de parentesco ou grande proximidade da vitima.
A pobreza, um ambiente de stress,a personalidade dos pais são factores que se julgam propiciadores da despoletação de situações de violência doméstica quer do tipo fisico, psicológico, ou de teor sexual.
Grande parte das crianças sujeitas a abuso, mais tarde, em adultos, serão inflingidoras de abuso e maus tratos aos futuros filhos.
A imaturidade dos pais, o egocentrismo, a despreparação, representam factores que condicionam maus tratos e acarretam problemas no desenvolvimento

6. Como medida protectora ao seu saudavél desenvolvimento, a criança necessita de uma fluída interação com os pais, que estimule o seu desenvolvimento, a vivência e apoio na aprendizagem de experiência sociais ,condições de saúde, segurança e nutrição adequada.
7. A supervisão e o acompanhamento familiar, a boa relação e interação familiar, o despertar de sentimentos de auto-competência, representam factores de proteção ao desenvolvimento infantil e fortes pilares na conquista da autonomia e da socialização.
8. Os profissionais tais como médicos, psicológos,terapeutas e assistentes sociais necessitam tomar uma postura atenta na questão dos factores de risco no desenvolvimento infantil, pois a eles cabe a tarefa e a responsabilidade de intervir no sentido de evitar o prosseguimento dos referidos danos e na proteção da criança.
