terça-feira, 4 de maio de 2010



Ficha Formativa nº 2




"A INFÂNCIA "





1. PIAGET, um dos autores mais marcantes dos estudos sobre a infância, perspectivou o desenvolvimento cognitivo, numa sequência de estádios. Descreva as principais caractersiticas dos estádios sensório-motor, pré-operatório, e operações concretas.


ESTÁDIO SENSÓRIO-MOTOR:



o bébé aprende sobre si mesmo, e sobre o mundo .
O bébé existe por meio meio de reflexos e instintos inatos, ela possui olfacto, visão,paladar mas não estão coordenados. O mundo é ainda um caos fragmentado.
Ele começa por perceber que ele e o mundo são distintos e não um só.
Aprende a coordenar os objetos que vê, e aprende a repetir o que vê, por meio dos hábitos e rotinas. Assim, o bébé, aprende assim, a relação entre ele o o meio.
Aprende que o objeto não visivél, continua a existir , a noção de permanência do objeto.
Tenta acções intencionais, para atrair os objetos , mas apenas nos locais onde o viu pela ultima vez.
Após várias tentativas-erro, o bébé, procura os objetos em todos os locais


ESTÁDIO PRÉ-OPERATÓRIO (2-6 anos)
A criança nesta fase, desenvolve o pensamento criativo e egocêntrico, mágico. Aprende a ler e a escrever.
Por meio das suas brincadeiras de faz-de-conta, a criança desenvolve o pensamento simbólico, sem sequência lógica. (estádio pré-conceptual 2-4), e mais tarde desenvolvem uma forma de pensamento imediata e directa (estádio intuitivo). A criança está com a mente curiosa .


OPERAÇÕES CONCRETAS
Nesta fase o pensamento cognitovo está preparado para novas aprendizagens, pois a criança aprende com facilidade e rapidez.
A mente está predisposta a desafios intelectuais, elabora o pensamento como um jogo, memoriza.
Começa-se a descobrir que o pensamento engloba, planificação e lógica, desenvolve-se o pensamento concreto.
O pensamento torna-se menos intuitivo, estabelec-se relações causa-efeito, desenvolve-se uma estruturação, seguindo linhas de raciocinio







2.Descreva as pricnipais caracteristicas fisicas e sensoriais do bébé, nos primeiros meses




O récem-nascido chega ao mundo com caracteristicas que lhe permitem ver,ouvir,saborear, cheirar e sentir o toque. Contudo ele é ainda fisicamente maturo, com limitações cognitivas e dependências. (Gomes Pedro,1985)
o corpo ganha rigidez muscular, e as capacidades inatas estão hipoactivas, sofrem uma adaptação, uma maturação nos primeiros meses. ……………………………….
Por volta dos 3-4 meses, aparece a dentição.
O tipo de desenvolvimento depende do tipo de interação e estimulação proveniente do meio.




3.Descreva como evolui a linguagem, nos primeiros anos de vida



A linguagem traduz a interação entre o plano fisico-emocional-afectivo-sensorial. À medida que as capacidades fisicas e cogntivas se apuram, a comunicação interactiva inicia-se.
O desenvolvimento nos primeiros seis meses da linguagem, passa de balbucios e choros para comer. Primeiro balbucia sons, sozinho e depois, imita os que ouve.
Entre os 10-14 meses , o bébé pronucia a primeira palavra. Entre os 18-24 meses, o bébé, começa a juntar palavras






4. AO LONGO DOS DOIS PRIMEIROS ANOS DE VIDA, A CRIANÇA PASSA POR MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS NA ESFERA PSICOSOCIAL. EXPLIQUE ESTA IDEIA, REFERINDO AS PERSPECTIVAS DE FREUD E ERIKSON



Logo que nasce, a criança não perceciona que existe um meio externo, ela não distingue o meio, dela mesmo.
Depois, a criança começa a perceber que o meio é distinto de si e que pode agir e inteagir nele.
Percebe a existência de um lado mais positivo e um lado mais negativo, do meio e mais tarde, aprende o que é ser menino e menina
Cada bebé interage no meio, segundo as caracteristicas e as possibilidades que este lhe dá,mas também segundo a sua forma inata de interagir no meio, uns choram muito, outros choram pouco.

FREUD, aponta que a relação com a mãe, funciona como um protótipo das relações futuras. O bébé ainda não tem muita consciência que ele e a mãe são distintos, por isso a qualidade destas relações é detrminante para os relacionamentos sociais em adulto.
A estimulação da zona erógena bucal , promove satisfação e vinvulo com a mãe, por meio da sucção mamária. (estádio oral)
Entre o primeiro e o segundo ano, á criança vai ser permitido expulsar fezes, o que lhe trará um estatuto de autonomia (estádio anal)
SEGUNDO ERIKSON, a criança passa pela sua primeira crise de confiança/desconfiança. Nesta fase a obtenção ou não da confiança do bébé, no ambiente que o rodeia, resulta na forma como o bébé irá contemplar o mundo : ambiente hostil ou acolhedor , que incidira consequências nas suas relações futuras.


A crise posterior de nome: AUTONOMIA - VERSUS – DUVIDA E VERGONHA : ocorre entre os 18 meses e os 3 anos. Esta fase é caracterizada pela vontade e esforço por se tornar autónomo e o seu vector negativo, propulsor de vergonha e duvidas . Segundo, ERIKSON, a resolução para esta fase, é a orientação parental e proteção, pois a crian ça, neste momento, precisa de força e coragem, para ultrapassar a vergonha e a duvida e ultrapassar esta segunda crise, com sucesso.



5. Explique a perspectiva de Vigostky, teoria da aprendizagem social, sobre o desenvolvimento cognitivo entre os dois e os seis anos de idade.


Vigotsky(1978) encara a criança como um ser activo na sua aprendizagem, dotados , entre os 2 os 6 anos de idade, de uma curiosidade fascinante .

A criança desenvolve-se, por meio da sua interação com o meio, através das imensas perguntas e questões com que confronta o adulto.

Assim , a aorientação de um educador, adulto ou professor para orientação essa capacidade, é fundamental.



6. O desenvolvimento psicossocial no período que vai dos dois aos seis anos de idade é fundamental e complexo para a socialização da criança. Explique as perspectivas de Freud e de Erikson sobre o desenvolvimento neste período.


É uma fase que aumentam os contectos interpessoais pois há maior autonomia.
De forma gradual, vai precisar controlar seus impulsos e lidar com essa independência, pois a forma como ela lida com os primeiros conflitos, repercurtir-se-á mais tarde.
ERIKSON, designou a crise psicosocial, localizada entre os 3 -6 anos, de INICIATIVA/CULPA.


Tem a ver com a forma como enfrenta os desafios e os ultrapassa.
Esta fase é acompanha de multiplas emoções, que as crianças devem aprender a lidar, como a vontade de iniciativa e a culpa de fazer errado e não conseguir ultrapassar os desafios, pode gerar um entimento de culpa que mais tarde se repercutirá. Há ansiedade, o medo, a ira, superar os fracassos, e a curiosidade sexual.

A ABORDAGEM FREUDIANA, considera a fase dos 3-6 anos, como ESTÁDIO FÁLICO, no qual a zona erógena é a região genital. Desenvolvem curiosidade pelo sexo dos meninos e meninas, e fazem perguntas, sobre de onde vêm ao bébés.
Vivencia-se o complexo de Édipo. A estimução auto-erótica, passa agora agora a ser investida na figura materna.
A criança rivaliza com o pai e pode considera-lo um intruso.
O complexo Edipiano, é vivida, por meio de angústia, culpa e frustação, e para ser resolvido, pela renúncia ao desejo sexual para com o sexo oposto, e para a identificação para com o progenitor do mesmo sexo, adoptando e imitando o seu progenitor.

FORMA-SE UM SUPEREGO, isto é uma parte de personalidade auto-crítica, vontade de cumprir as regras e comportamentos adequados em sociedade, a expressão de qualidades de rapaz/rapariga.


7. Defina identidade de género e explique a sua importância no desenvolvimento social.


Identidade de género, é quando a criança consegue distinguir o sexo feminino , do sexo masculino e os comportamentos que lhe são adjacentes.
Esse desenvolvimento inicia-se entre os 2 e os 6 anos de idade, e faz parte do desenvolvimento social da criança, por meio da aprendizagem das normas e regras sociais especificas a da aum dos sexos. São resultados vindos do exterior(nurture) e representam uma forma de integração social , pois a sociedade tem uma forte influência na definição do género.


8. Explique a importância do grupo de pares no período que vai dos 6 aos 12 anos.

O estabelecimento das amizades representa um marco central nesta idade.
Através das amizades, as crianças aprendem conceitos sociais e estratégias de interação social, e desenvolvem a auto-estima .
Os amigos complementam-se, e e são alvo de partilha e revelações.
Através do ajustamento ao grupo, a criança adquire um estatuto social.
A não-popularidade pode ser fonte de ansiedade e angústia, e a popularidade pode ser uma forma de integração social.


9.Discuta a ideia: «As idades indicadas em cada fase são referenciadas como marcos do desenvolvimento, pelo que deverão ser entendidas como indicadores etários aproximados


Esta ideia expressa, que apesar de cada idade, representar determinados desafios e caracteristicas, no que se refere ao desenvolvimento humano comum a todos, cada ser humano, o viverá segundo o seu ritmo, e as suas evoluções anteriores, e ainda consoante o meio ambiente á sua volta, que poderá ou não acelerar ou atrasar a época indicada para o inicio de cada fase.


10. Faça uma reflexão sobre o que estudou sobre este período de desenvolvimento à luz da sua própria infância, da dos seus filhos, alunos, crianças com quem trabalha ou lhe estão próximas.


Refletindo, em todos os temas tratados, e no papel presente de educadora de uma criança, julgo que as informações são pertinentes, e nos permitem construir , actualmente um plano de vida, para uma criança, desde o momento que ela nasce, uma vez que conhecemos as fases que lhe esperam, os objetivos de cada fase, e dessa forma melhor orienta-la na construção do seu projecto de vida. Situação que , no passado, não seria possivél, uma vez que a informação era escassa, e nos deixava demabulando, pela penumbra educativa.
Cada criança, por meio dos seus educadores, pode saber, o que irá acontecer no seu corpo, na sua mente, na sua vida, em cada idade, o que poderá funcionar como uma preparação e a destituição de receios infundados.
Os educadores actuais, são , de facto, detentoras de uma preciosa informação, que ao ser colocada em prática, representa a possibilidade de construir seres humanos de sucesso:

"Dai me uma criança que eu farei dela o que quiser” cada vez adquire um sentido mais significativo."




E-Fólio B



Ficha de Leitura





Comentários/Notas importantes :



1. A emergência do estatuto da criança e do adolescente no Brasil, manifesta um aumento de visibilidade e preocupação com esta etapa especifica da vida humana e sua importância. Esse interesse,sob uma perspectiva histórica, tem aumentado consideravelmente e apenas nos ultimos 150 anos, a sociedade adulta lhes reconheceu estatuto próprio. Os cuidados apenas podem incidir a um grupo que se torna visivél e adquire estatuto.

2. A Psicologia do desenvolvimento pensa o desenvolvimento em estádios. Os estádios são sequenciais, e cada um deles, depende do desenvolvimento que o antecedeu no qual o meio e o tipo de interações detém a capacidade de interferir positiva ou negativamente no desenvolvimento.

3. Existem estádios especificos para desenvolver o sentimento de segurança, de autonomia, a capacidade cognitiva. Se a criança cresce num ambiente hostil e irresponsavelmente despreocupado com o desenvolvimento, muitas dessas capacidades não serão corretamente desenvolvidas, o que causará disturbios e atrasos no desenvolvimento

4. A criança necessita de criar um Vínculo com uma figura protectora, que lhes transmita proteção,segurança e amor, para que a criança, mais tarde, seja capaz de sentir-se segura,protegida e seja capaz de amar.


5. A criança possui uma necessidade inata de afecto materno,. A privação do contacto com uma figura materna protectora representa um factor gerador de défice de crescimento fisíco, cognitivo, e probabilidade de uma saude mental débil.


6. O decorrer das consecutivas gerações torna-se num ciclo vicioso, na medida em que filhos maltratados se tornam pais maltratadores, uma vez que não despertam a vontade de cuidar e proteger os outros.Desde que a criança nasce, até se tornar adulta, todo o processo se desenrola, numa busca pela autonomia, que deve ser acompanhada pelos progenitores, no cumprimento dos objetivos de cada estádio especifico de desenvolvimento no qual se inicia com a conquista da segurança por meio de um elo de vinculação, seguindo-se do incentivo e coragem a uma conquista gradual da autonomia


Outras referências: Morgado, L. & Costa, A. (2009) Tavares et al. (2007).
Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem
E-Folio B


Ficha de Leitura




" Citações Importantes "


1. “Para Ramey e Ramey (1998) crianças portadoras de determinados atributos biológicos e/ou sob o efeito de determinadas variavéis ambientais têm maior probabilidade de apresentar distúrbio ou atraso quando comparavéis com crianças que não soferam efeitos de tais variavéis”

2. “Segundo tal autor as sequelas do abuso e da negligência abrangem grande variedade de dominios do desenvolvimento incluindo as áreas da cognição, linguagem,desempenho académico e desenvolvimento sócio-emocional”


3. “Segundo Sinclair(1985) indicaram que a observação da violência doméstica afeta e interfere no desenvolvimento fisico e mental das crianças”


4. “Guralnick (1988) assinalou três padrões que podem ser considerados essenciais na interação dos pais com a criança: a medida em que a família fornece à criança experiências diversas e apropriadas com o ambiente físico e social ao seu redor; e o modo pelo qual a família garante a saúde e a segurança da criança, como, por exemplo, levando a mesma para ser vacinada e dando-lhe nutrição adequada.”

Outras referências: Morgado, L. & Costa, A. (2009) Tavares et al. (2007).
Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem
E -Fólio B
Ficha de Leitura












Ideias principais:

1. No Brasil, entra em vigor, em 1990 , o estatuto da criança e adolescente que expressa preocupação para com o desenvolvimento da criança e adolescente.




2. Os factores de risco, aquando do desenvolvimento da criança e do adolescente são prejudiciais á formação do futuro adulto e devem ser definidos, legislados e aperfeiçoados.




3. Os abusos, a negligência, os maus tratos e a violência prejudicam o desenvolvimento da criança.




4. A violência familiar tem sido cada vez mais divulgada pelo media, e uma criança sujeita a meios violentos, tem probabilidades de se tornar violenta, mais tarde.




5. A negligência e a violência psicológica , tal como a privação emocional, a humilhação, são geradoras de sentimentos como o medo, ansiedade, baixa auto-estima,depressão, instabilidade emocional, dificuldade em controlar impulsos e raiva, dificuldades de relacionamento social, falta de empatia, deliquência e criminalidade.






Estas situações são muito frequentes em lares cuja violência doméstica representa uma realidade.






O abuso sexual infantil assume diversas formas mais subtis e mais directas, causando danos como a depressão, a ansiedade, o suicídio, a prostituição , problemas de relacionamento sexual em adulto, agressões, e comportamentos infantis tardios.






Esse tipo de abusos encontram-se frequentemente em individuos de parentesco ou grande proximidade da vitima.






A pobreza, um ambiente de stress,a personalidade dos pais são factores que se julgam propiciadores da despoletação de situações de violência doméstica quer do tipo fisico, psicológico, ou de teor sexual.




Grande parte das crianças sujeitas a abuso, mais tarde, em adultos, serão inflingidoras de abuso e maus tratos aos futuros filhos.




A imaturidade dos pais, o egocentrismo, a despreparação, representam factores que condicionam maus tratos e acarretam problemas no desenvolvimento








6. Como medida protectora ao seu saudavél desenvolvimento, a criança necessita de uma fluída interação com os pais, que estimule o seu desenvolvimento, a vivência e apoio na aprendizagem de experiência sociais ,condições de saúde, segurança e nutrição adequada.


7. A supervisão e o acompanhamento familiar, a boa relação e interação familiar, o despertar de sentimentos de auto-competência, representam factores de proteção ao desenvolvimento infantil e fortes pilares na conquista da autonomia e da socialização.


8. Os profissionais tais como médicos, psicológos,terapeutas e assistentes sociais necessitam tomar uma postura atenta na questão dos factores de risco no desenvolvimento infantil, pois a eles cabe a tarefa e a responsabilidade de intervir no sentido de evitar o prosseguimento dos referidos danos e na proteção da criança.


sexta-feira, 30 de abril de 2010

Olá colegas e professores, conheçam o meu Avatar !



Ela é uma exelente profisional, na área de Psicologia do Desenvolvimento, e irá abordar o tema da violência familiar e suas rspectivas consequências , no desenvolvimento humano !





EndereçoVoki:http://www.voki.com/php/viewmessage/?chsm=fd0899706a547f618ad7452cc4894a16&mId=453442




segunda-feira, 29 de março de 2010

Actividade 5 .


Qual terá maior Influência mo processo de aprendizagem, Nature(relacionado com factores hereditários), ou Nurture(relativa é influência do meio ambiente) ? Justifique a sua opinião. ~


Julgo que a Nurture terá uma especial e maior incidência no processo do desenvolvimento humano, apesar de considerar que o factor hereditário ocupa uma das partes de influência, num processo multifactorial, dinâmico, complexo e de natureza aberta, como é o do Desenvolvimento Humano. Tal como diz Tavares, o Desenvolvimento Humano é “…complexo,desafiante.,e em permanente evolução…”( Tavares e tal, 2007,p34) , resultando de múltiplas influências, quer biológicas, genéticas, sociais, que tem inicio desde o nascimento até á morte(idem)

Fim...

Actividade 4


A história de Averon foi apresentada num filme famoso de F. Truffaut . O menino selvagem foi uma criança selvagem e criada com lobos.
Quando a encontraram aparentava ter cerca de 12 anos.
Foi treinada e educada pela equipa do Dr. Itard.
Conseguiu fazer algumas aquisições ao nível da postura, linguagem, e conseguiu exprimir afectos.
Contudo, não conseguiu atingir os níveis de desenvolvimento típicos da sua idade.

Quais seriam os argumentos utilizados pelos defensores da hereditariedade, e pelos defensores do meio ambiente, relativamente aos progressos desta criança ?

Os argumentos dos defensores da influência do meio, afirmariam que os progressos daquela criança eram relativos ao estádio em que ela se encontra, uma vez que os estádios de desenvolvimento humano são sequenciais , e no caso desta criança, deu-se inicio, apenas mais tarde do que é habitual. Os defensores da Hereditariedade, argumentariam que em primeiro lugar, a inscrição genética da criança poderia já constituir fonte de obstáculo ao desenvolvimento. Esse facto acrescia de importância, caso se apurasse que os pais fossem Nativos, de baixa instrução e desenvolvimento. Os defensores da Hereditariedade poderiam argumentar ainda, que a maturação que se dá após o nascimento , permaneceu hipoactiva. Poderiam mesmo afirmar que aquela criança não era possuidora de inteligência e que de forma inata possuía uma certa insuficiência fisiológica ou biológica, e que por muito que no seu meio e contexto actual existissem tentativas de superação, ela jamais conseguiria, porque lhe era, de alguma forma, inato.


Fim...