d) Como concebo o papel de aluno e de professor

Concebo o aluno como o objeto de estudo, de conhecimento, a ser trabalhado, desafiado, estimulado, testado, induzido, orientado, numa postura activa, dinâmica , na qual é absorvido e envolvido no seu próprio processo de aprendizagem, desenvolvendo a auto-regulação, a auto-reflexão.
O professor como estimulador, desafiador, apoiando a construção do património cultural daquele ser, para que ele possa desabrochar a sua natureza e expandi-la.
Deverá ser uma ligação empática, pois a empatia prepara terreno para a flexibilidade, elemento crucial na aprendizagem.
O professor, representa uma espécie de inspiração, da motivação, da vontade de aprender, da reflexão, que pela sua atitude orientadora, perfeccionista deixará marcas na memória cultural do ser do aluno, tal como já dizia Jean Paul Sartre: “ Cada homem é feito de todos os homens
“ a adopção de uma perspectiva inatista ou construtivista influencia a forma determinante as metodologias mobilizadas pelos professores” (/Doudin e Martin,1999)
PERSPECTIVAS INATISTAS, conduzem a um papel passivo do professor, por meios transmissivos.
PERSPECTIVAS CONSTRUTIVISTAS/INTERACIONISTAS, conduzem a um estilo educativo de problematização de questões abertas orientadas para um significado, que conduz ao desenvolvimento.